Talvez nenhuma história tenha fim, mas eu até que poderia mostrar um início, porém se não fechar os olhos eles doerão, pois a imaginação pode ser tão clara como um sol.
Assim era a visão de Eliza: Quem definia a cor das suas letras era sua mente, da mesma forma que o sol define as cores do céu.
Por onde andava deixava rastros de rimas partidas e colhia seus versos nas memórias dos rastros de passos deixados nas praças.
Mas como todo o corpo é perseguido por uma sombra, literalmente falando, sua sombra se chamava Ana Rita.
Rita poderia ser uma menina adorável por fora, mas por dentro se expandia em maldade. E de tanto cultiva-la, suas raízes conseguiram alcançar os pés de Eliza.
Não havia muito caminho para correr ao tropeçar nas vaidades de Rita por tantas vezes seguidas.
Eliza percebeu o quão ingênua é a bondade e com tantas feridas a cicatrizar, não quis mais sorrir.
O tempo caminhou tantas vezes que todo o seu solo desgastado se restaurou aos poucos.
E Eliza enfim entendeu que a cada queda, seus ossos ficavam mais fortes e sua alma mais madura. E então em seu interior escuro, sorriu baixinho.
A menina Rita que se enraivecia a cada riso, ao ver tantas lágrimas se viu chegando a lugar nenhum e por fim se deixou levar pela brisa.
E assim se lembrou de seus sonhos e ao se olhar por dentro, viu o seu cacto que era não mais que sua imagem, assim como também viu a flor que brotara dele, que era o seu evoluir.
Mas como já foi dito, talvez nenhuma história tenha um fim.
Assim era a visão de Eliza: Quem definia a cor das suas letras era sua mente, da mesma forma que o sol define as cores do céu.
Por onde andava deixava rastros de rimas partidas e colhia seus versos nas memórias dos rastros de passos deixados nas praças.
Mas como todo o corpo é perseguido por uma sombra, literalmente falando, sua sombra se chamava Ana Rita.
Rita poderia ser uma menina adorável por fora, mas por dentro se expandia em maldade. E de tanto cultiva-la, suas raízes conseguiram alcançar os pés de Eliza.
Não havia muito caminho para correr ao tropeçar nas vaidades de Rita por tantas vezes seguidas.
Eliza percebeu o quão ingênua é a bondade e com tantas feridas a cicatrizar, não quis mais sorrir.
O tempo caminhou tantas vezes que todo o seu solo desgastado se restaurou aos poucos.
E Eliza enfim entendeu que a cada queda, seus ossos ficavam mais fortes e sua alma mais madura. E então em seu interior escuro, sorriu baixinho.
A menina Rita que se enraivecia a cada riso, ao ver tantas lágrimas se viu chegando a lugar nenhum e por fim se deixou levar pela brisa.
E assim se lembrou de seus sonhos e ao se olhar por dentro, viu o seu cacto que era não mais que sua imagem, assim como também viu a flor que brotara dele, que era o seu evoluir.
Mas como já foi dito, talvez nenhuma história tenha um fim.
Esse conto foi escrito por minha filha - Em poucos minutos vi brotar de uma página de papel reciclado, uma história lúdica na forma de expressão, mas com um significado autêntico, verdadeiro e revelador.
Há uma mulher sábia por traz da fantasia, há uma lição por traz da hitória, há memórias e ensinamentos no texto despretensioso e há um fã na figura de uma pai.
Te amo Filha!
Geraldo Barros
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