terça-feira, 16 de setembro de 2008

Setembro 16




Foi numa noite de setembro
Que bateste em minha porta
Minha alma morta então voltou a sorrir
O porvir se aclarou ante a tua imagem
E minha viagem retomou o sentido
Comovido ante a ternura da tua presença
E na diferença que fizeste em minha vida
A lida passou a ser suave
Ao segurares a clave do meu coração
Teu perdão harmonizou minha mágoa
Tua água fertilizou minha terra árida
Tua cara pálida ameniza o rubor da minha ira
E minha lira acompanha teus versos
És meu regresso à vida
És parte da minha razão de viver
És meu querer e meu abrigo
Sou teu amigo, pai e irmão.
Meu coração abriga tua imagem
Na viagem de ignorado rumo
És o prumo na instabilidade do meu humor
És meu rumo na felicidade do meu amor
Sou teu protetor
És meu dia
Sou teu discípulo e professor
És minha luz e alegria
Assim é e assim tem sido
Desde que um anjo amigo
Te trouxe em uma noite de setembro.


Hoje - Refazendo o Caminho

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